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NOVO INSPETOR:

Cidade Dom Bosco não se tornará instituição particular

Cidade Dom Bosco não se tornará instituição particular
14/01/2014 10:18 - DA REDAÇÃO


O padre Gildásio Mendes dos Santos garantiu que, com a unificação das obras Salesianas em Corumbá, a Cidade Dom Bosco, instituição fundada pelo padre Ernesto Sassida, falecido em março de 2013, seguirá oferecendo ensino gratuito e promovendo obras sociais para promoção da cidadania junto a famílias carentes de Corumbá e Ladário.

“Estamos unindo, mas mantendo a história, a natureza jurídica da instituição e sua autonomia. Nunca vamos dizer que a Cidade Dom Bosco vai ser particular, que vai ser um colégio particular. Vai ter união, mas com cada uma mantendo sua identidade. É importante perceber que nesses 115 anos de presença, os Salesianos cresceram juntos com a população de Corumbá. Agora é um momento de modernização da gestão para continuarmos crescendo juntos. É uma união para servir melhor a comunidade de Corumbá, Ladário e região”, declarou o agora presidente nomeado da Missão Salesiana de Mato Grosso. “Temos aqui [no Santa Teresa] uma infraestrutura que talvez seja das melhores da região. Temos salas multimídia com ar-condicionado, material de internet, dois auditórios. Por que os alunos de lá [da Cidade Dom Bosco] não podem vir aqui e ter acesso?”, argumentou.

A unificação com a Missão Salesiana comandando de fato a Cidade Dom Bosco busca qualificar o serviço prestado pela instituição e modernizar a própria escola. “Hoje chegamos na Cidade Dom Bosco e vemos a quadra com problemas; o auditório magistral abandonado. Como Missão Salesiana queremos dar apoio de logística para modernizar nos próximos dois anos e deixar a Cidade Dom Bosco bonita. Isso é uma expressão do nosso amor e do compromisso da Missão Salesiana e uma resposta positiva a todo o trabalho do padre Ernesto”, explicou. Padre Gildásio reforçou que “de maneira alguma”, a escola se tornará uma instituição privada de ensino. O padre, que em maio assume a Inspetoria, esclareceu não existir plano de demissões. 

(Com informações do Diário Corumbaense)

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!