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RIBEIRÃO PRETO

Cidade corre risco de registrar nova epidemia de dengue em 2014

Cidade corre risco de registrar nova epidemia de dengue em 2014
16/02/2014 22:00 - FOLHA PRESS


Apesar de ter confirmado apenas sete casos de dengue em janeiro, Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) corre risco de registrar uma nova epidemia da doença neste ano.
Isso porque o Índice Predial, que mede a presença de larvas do mosquito transmissor da doença nas residências, é de 5,01. De acordo com o Ministério da Saúde, há risco de epidemia quando o índice está acima de 4.

O levantamento foi feito pela divisão de Vigilância Epidemiológica do município. Em nota, o secretário da Saúde, Stenio Miranda, confirmou que existe o risco de epidemia e afirmou que cerca de 85% dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, estão dentro das casas.

Os casos confirmados neste ano foram de moradores das regiões leste, norte, sul e oeste. Na região central, não houve registro da doença. Nos primeiros 14 dias de fevereiro, foram notificados 51 casos suspeitos.

Por causa da greve de técnicos de saúde, que durou 12 dias e terminou anteontem, casos suspeitos de dengue deixaram de ser notificados à Vigilância, de acordo com funcionários ouvidos pela reportagem.

A situação foi encontrada nas UBDSs (Unidades Básicas Distritais de Saúde) Central e Vila Virgínia. A falta de notificação pode comprometer políticas públicas de combate à proliferação do mosquito, já que a Vigilância atua conforme as informações recebidas.

Em todo o ano passado, foram registrados 13.179 casos autóctones de dengue, 4.000% a mais que em 2012, que registrou 310 casos. Os autóctones são os casos contraídos na própria cidade. Em 2010 e 2011, Ribeirão viveu grandes epidemias, com 29.637 e 23.384 casos confirmados, respectivamente.
 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?