Ciclista que teve braço decepado volta a pedalar

Ciclista que teve braço decepado volta a pedalar
10/03/2014 05:00 - terra


O ciclista David Santos Sousa, 22 anos, que há um ano teve o braço arrancado por um motorista embriagado em São Paulo, está desempregado desde o acidente, mas não desistiu de pedalar. Souza teve o braço decepado enquanto ia ao trabalho de bicicleta pela ciclofaixa da avenida Paulista. O motorista jogou o membro em um rio. Ele não desistiu de pedalar, mesmo com o trauma do acidente, que completa um ano na segunda-feira. Todos os dias, vence com a bicicleta os 21 quilômetros que separam sua pequena casa, onde mora com um amigo, da Escola Roberto Simonsen, do Senai, no Brás, centro da capital paulista, em 40 minutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Jonas conta que segue sem emprego e entrou num curso de Administração do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no qual se forma no fim deste semestre. Ele trabalhava como limpador de janelas de arranha-céus, mas não pode retomar a atividade, da qual sente falta. Sousa tinha um salário de R$ 1,5 mil, quase o dobro do que passou a receber com o auxílio mensal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O jovem agora aposta na carreira de palestrante, para contar sua história de superação. O atropelador Alex Kozloff Siwek, 22 anos, está sendo processado por Souza por danos morais e materiais. O caso foi registrado como lesão culposa, sem intenção.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".