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BRASIL/MUNDO

Chuvas provocam seis mortes no Rio

Chuvas provocam seis mortes no Rio
08/03/2010 08:55 -


O temporal que atingiu o Rio de Janeiro e parte do Estado no final da tarde de anteontem causou a morte de pelo menos seis pessoas e deixou a cidade em estado de alerta. Os bairros mais atingidos foram os da zona sul, centro e subúrbio da cidade, onde várias ruas e avenidas ficaram alagadas e várias lojas e casas foram invadidas pela água. O trânsito ficou caótico em vários pontos da cidade durante toda a noite. O prefeito Eduardo Paes visitou o bairro do Rio Comprido, onde duas pessoas morreram soterradas por deslizamento de terra na comunidade de Torre Branca e quatro casas desabaram durante a madrugada, e pediu aos moradores de áreas de risco que deixam suas casas. Outras duas pessoas morreram em Anchieta também em consequência de desabamento de casas e deslizamento de terras que ocorreram por toda a cidade durante as cerca de quatro horas de chuvas torrenciais. Duas crianças ficaram feridas. Na manhã de ontem, os bombeiros de Niterói informaram a morte de mais duas pessoas também em consequência de desabamentos e deslizamentos de terra. As mortes, de uma mulher e uma criança, ocorreram no bairro do Cubango. Por causa do temporal, a Defesa Civil recebeu um total de 108 chamados sobre casos de desabamentos ou risco de deslizamentos de terra. Várias das principais avenidas e rodovias que levam à capital ficaram completamente alagadas e algumas tiveram o trânsito interrompido, como é o caso da Avenida Brasil, uma das principais vias de ligação das zonas norte e oeste com a zona sul, além da Avenida Niemeyer, na altura do Hotel Sheraton – onde um deslizamento de terra e um buraco no meio da pista interrompeu o trânsito por cerca de três horas.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.