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PREJUÍZO GERAL

Chuvas adiam início das aulas no interior

Chuvas adiam início das aulas no interior
22/01/2010 08:25 -


Os estragos causados pelas chuvas em pelo menos oito municípios de Mato Grosso do Sul foram a justificativa apresentada pelo governador André Puccinelli para acatar o pedido dos prefeitos e adiar em dez dias o início do ano letivo. As aulas, que começariam no dia 8 de fevereiro, só devem ter início no dia 18. A decisão foi anunciada ontem à tarde, após reunião na sede da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), em Campo Grande. O pedido havia sido feito porque algumas estradas e pontes ficaram danificadas depois de enchentes e cheias e isto acabaria dificultando ou até impedindo a chegada de alunos às escolas. “Vamos padronizar o ano letivo. As aulas na rede escolar estadual, exceto em Campo Grande, começam no dia 18 de fevereiro”, afirmou o governador. O presidente da Associação dos Municípios e prefeito de Terenos, Beto Pereira, agradeceu ao Governo do Estado o adiamento, mas disse que as vantagens da decisão ainda dependem do tempo. “Se ficar ensolarado, os dez dias serão suficientes. Agora, se continuar chovendo até o dia 18, não vai adiantar muito”, previu o prefeito. Transporte escolar Outro motivo da reunião foi o reajuste no transporte escolar. Com a presença do governador, os prefeitos conseguiram aumento de 10% no valor que é repassado pelo Estado aos municípios para o pagamento do serviço. Durante a discussão, o porcentual requerido chegou a 20%, porém, após relutar, André anunciou apenas 10% de reajuste. Reajuste Sobre o reajuste dos salários dos funcionários municipais, o presidente da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul recomendou que os prefeitos trabalhem com o teto de até 3%, além de cautela. Em Terenos, administrado por Beto Pereira, cuja folha de pagamento está em torno de R$ 500 mil, o reajuste será de 3%, conforme adiantou o prefeito.

Felpuda


Certa pré-candidatura à Prefeitura de Campo Grande nasceu com grandes brechas que certamente serão usadas pelos adversários no período da campanha eleitoral, segundo voz corrente nos bastidores políticos. Uma delas: como o postulante vai dizer que fará boa administração se no período em que administrou conhecida instituição passou boa parte do tempo reclamando de crise financeira e ameaçando fechar as portas?