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Cheia no Pantanal fica abaixo do esperado

8 JUL 10 - 10h:00
Sílvio Andrade, Corumbá

A cheia no Pantanal sul-mato-grossense registrada neste ano não foi de grandes proporções, concentrando-se mais no leito do Rio Paraguai, principal tributário da bacia. Na régua de Ladário, posto de medição usado como referência, o rio atingiu a cota máxima de 4,36 metros no dia 22 de junho, considerada pela Embrapa Pantanal como uma cheia normal.
O volume de chuvas no planalto, entre novembro de 2009 e março de 2010, gerou a expectativa de uma enchente intensa, o que não se confirmou. Em fevereiro, o pesquisador da Embrapa Ivan Bergier estimou o pico entre cinco e seis metros, em meados do ano, mas em regiões como a Nhecolândia (nordeste de Corumbá) os campos permaneceram secos.
“Foi uma cheia de rio, estamos sofrendo uma das maiores secas”, informou o pecuarista Alfredo Zamlutti Junior, que tem propriedade na Nhecolândia. Grande parte dos pantaneiros desta região e do Nabileque e do Paiaguás vem mantendo sua produção bovina com água dos poços artesianos, devido à escassez de chuvas ao longo do primeiro semestre.
O comportamento do Rio Paraguai no Pantanal de Mato Grosso no início do ano, com elevação repentina do seu leito, chegou a gerar preocupação na planície, onde foi intensa a movimentação de gado para áreas altas entre janeiro e abril. Simultaneamente, os rios Aquidauana e Miranda transbordaram e inundaram campos em áreas de influência na Nhecolândia.
A cheia deste ano é a quinta menor desde 2000, quando o Paraguai subiu 4,66 metros.
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