“OPERAÇÃO OWARI”

Chega à Justiça acusação contra empresário Uemura e empregado

Chega à Justiça acusação contra empresário Uemura e empregado
01/07/2010 06:31 -


Antônio Viegas, Dourados
 
A Justiça de Dourados começa a receber as denúncias desmembradas relacionadas à c, desencadeada em julho do ano passado, pela Polícia Federal. Num dos primeiros processos desmembrados e encaminhados à 1ª Vara Criminal figuram como acusados o empresário Sizuo Uemura e seu funcionário Ernani Roberto de Assis, nos crimes de sequestro e cárcere privado.

O caso seria relacionado a uma escuta telefônica, onde o empresário conta sobre a “prisão” e agressão em seu escritório, a uma pessoa citada como “Paulo” ou “Ezerove”, por conta de dívidas.

Essa acusação é resultado das investigações da Polícia Federal durante a Operação Owari quando foram várias pessoas ligadas à classe política, empresarial, profissionais liberais e funcionários públicos, foram presas e posteriormente indiciadas.

As investigações foram iniciadas em 2007 e encaminhadas para a Justiça em julho de 2009, com gravações de escutas telefônicas e uma série de documentos com indícios de corrupção e diversos outros crimes, tanto na área cível como criminal, apontando como líder da organização empresário Sizuo Uemura, de Dourados.

O Ministério Público Estadual ainda no ano passado denunciou todos os envolvidos e a partir daí cada crime inserido no relatório da Polícia Federal começa a ser tratado de forma isolada, já que são dezenas de acusados e cada um em um tipo de acusação.

Já Uemura aparece em praticamente todas as acusações da Operação Owari, assim como seu filho Eduardo Uemura, que seria o responsável pelo contato e as negociações ligadas a licitações, junto a prefeituras, tanto de Dourados como da região. Outros integrantes da família e funcionários do grupo, também foram denunciados.       
smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".