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Chefe militar da Tailândia volta a rejeitar apoio a golpe de Estado

Chefe militar da Tailândia volta a rejeitar apoio a golpe de Estado
18/01/2014 09:10 - Folhapress


O chefe das Forças Armadas da Tailândia, Thanasak Patimaprakorn, voltou a rejeitar apoio a um golpe militar contra a primeira-ministra, Yingluck Shinawatra, por causa dos protestos da oposição. Para ele, a crise política provocada pelas manifestações não é critica ao ponto de usar medidas como o estado de exceção.

As declarações são feitas um dia após a explosão de uma granada contra um ato de opositores na capital Bancoc, em que uma pessoa morreu e 35 ficaram feridas. Devido ao ataque, o líder dos opositores, Suthep Thaugsuban, convocou um novo protesto e responsabilizou o governo pela ação.

Em entrevista à imprensa local, o chefe militar afirmou que os rumores de golpe não têm fundamento e que a situação política atual não é crítica para que se recorra a legislações especiais, apesar dos três meses de intensos protestos da oposição.

Ele desmentiu os rumores levantados pelo chefe do Exército, Prayudh Chand-ocha, em dezembro. Na ocasião, o militar não havia descartado uma intervenção das Forças Armadas, após uma manifestação violenta que deixou dois mortos.

Protestos
Hoje, opositores voltaram ao local onde foi jogada a granada que provocou a explosão de ontem e voltaram a pedir a saída da primeira-ministra. Outro grupo ocupou a sede da Polícia Nacional em Bancoc, sem encontrar resistência.

Em entrevista, a chefe de governo afirmou que não tem relação com o ataque e desmentiu que queira criar um clima de violência, como acusam os manifestantes contrários à sua administração. Na última segunda, a primeira-ministra ordenou a retirada das forças de segurança para evitar confrontos.

Os opositores, que protestam desde outubro, desejam a saída da premiê que, para eles, é uma marionete na mão de seu irmão, Thaksin, deposto em 2006 pelo mesmo grupo que protesta hoje. Eles rejeitaram a eleição parlamentar convocada para 2 de fevereiro e desejam a criação de um conselho político escolhido pelo rei. 

Felpuda


Prefeitura de município do interior de MS recebeu recomendação do Ministério Público do Estado no sentido de exonerar servidores comissionados, livres do cartão de ponto, que são parentes de secretários da administração e de vereadores. O nepotismo se tornou um excelente “negócio” por lá, e se até o dia 6 de agosto as devidas providências não forem tomadas, medidas serão adotadas, como ação por improbidade administrativa. Tem gente que não aprende mesmo, né?