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FEIRA DE ORGÂNICOS

Cerveja e chocolate são destaques na Alemanha

Cerveja e chocolate são destaques na Alemanha
15/02/2014 16:45 - FOLHA PRESS


Se tudo o que você espera encontrar em uma feira de produtos orgânicos são verduras para uma nutritiva salada ou frutas para um bom suco, seja bem vindo a um novo mundo.

Na Biofach Nuremberg -a maior feira de negócios do setor realizada nesta semana na cidade de mesmo nome, na Alemanha-, o que menos se vê são alimentos frescos.

Quem passa pelos corredores da feira experimenta cervejas, refrigerantes, vinhos, azeites, massas, queijos, carnes, pães, chocolates (muitos chocolates) e até kebab turco... Tudo feito com ingredientes orgânicos.

Na feira, você descobre que até a salvadora pizza congelada ou o macarrão instantâneo podem ser orgânicos, que os conceitos da agricultura biodinâmica (que se diferencia da orgânica por adotar o calendário astronômico) também podem ser levados a produtos industriais e que o mercado de alimentos para veganos cresce em ritmo acelerado -os itens vegetarianos são destaque entre os lançamentos da feira deste ano.

Os países desenvolvidos convivem com uma grande indústria de alimentos orgânicos que movimenta US$ 64 bilhões por ano, segundo os dados mais recentes do setor, referentes a 2012. São empresas inovadoras, com marca e demanda crescente -apesar de a crise internacional ter desacelerado o ritmo de expansão do consumo.

Brasil

Enquanto a Europa apresenta uma indústria de alimentos e bebidas voltada somente para os consumidores de produtos orgânicos, os países emergentes participam mais desse mercado como fornecedores de matérias-primas.

É o caso do Brasil, que tem o açúcar como principal produto orgânico exportado. Dos 24 expositores brasileiros na feira deste ano (incluindo cooperativas), dois são grandes produtores de açúcar orgânico: a Native e a Jalles Machado.

Líder mundial nas exportações de açúcar orgânico, a Native vende o produto com sua marca em 17 países, e alça voos maiores. No ano passado, expandiu o seu portfólio para sucos prontos, e também já vende café, azeite e achocolatados com a marca Native.

Na rede de varejo norte-americana Costco, a Jalles Machado também coloca o açúcar com a sua marca, a Itajá, nas prateleiras. Agora, tenta fazer o mesmo no Brasil. "É importante estarmos no varejo para construirmos uma marca e fidelizarmos o cliente", diz Henrique Penna de Siqueira, diretor comercial da empresa.

Exportadora brasileira de própolis e mel, a MN Própolis, de Mogi das Cruzes (SP), também tenta imprimir a sua marca nos seus produtos, mas enfrenta resistência até dos mais novos clientes, os chineses.

A China quer comprar matéria-prima para formular os produtos lá. Para nós, o ideal é vender os extratos com a nossa marca. É difícil, mas estamos trabalhando nesse sentido", diz Vinícius Shindy Baba, da área comercial da empresa.
 

Felpuda


As várias e várias mensagens que vêm sendo trocadas em grupos fechados, e para poucos, são de que algumas alianças poderão acontecer, mas mediante a troca de comando em alguns órgãos importantes. Seriam entendimentos para atender siglas de matizes bem diversos que vêm tentando criar dificuldades para vender facilidades. Se as negociações forem concretizadas, tornarão os caminhos sem muitas barreiras. A conferir.