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Castán se emociona na despedida do Corinthians: 'Foi inesquecível'

Castán se emociona na despedida do Corinthians: 'Foi inesquecível'
07/07/2012 03:00 - gazeta esportiva


Contratado junto ao Grêmio Barueri, em 2010, apenas para completar o elenco formado pela irretocável dupla de zaga Chicão-Willian, Leandro Castán se tornou titular após a aposentadoria do ex-capitão e, nessa condição, ganhou os títulos do Campeonato Brasileiro e da Copa Libertadores. Dois dias depois de participar da conquista inédita para o Corinthians, o zagueiro se despediu, às lágrimas, dos antigos companheiros.

Por 5,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 13 milhões), o zagueiro de 25 anos foi negociado com os italianos da Roma, e disse as últimas palavras como jogador do Timão nesta sexta-feira, no CT Joaquim Grava: “Não caiu a ficha, não consigo me imaginar longe daqui. Mas vamos ver o que vai acontecer, eu estou vivendo muitos sentimentos passando pela minha cabeça. Estou feliz demais de realizar o sonho de jogar na Europa, num clube de tradição, mas também fico triste de sair do Corinthians, um time que abriu as portas para mim”.

“Eu vivo um bom momento e algumas oportunidades não podemos deixar passar. Queria agradecer todo mundo, o pessoal que trabalhou comigo durante esses anos aqui no Corinthians, desde o segurança até o presidente, e ao professor Tite, que é um cara fundamental na minha carreira. Eu tinha certeza que a gente ia ser campeão da Libertadores, mas agora aceitei uma oportunidade que talvez seja única na minha carreira. Não sei se ia acontecer de novo”, disse o emocionado camisa 4 do Corinthians.

Castán foi comprado por um grupo de investidores e repassado ao Corinthians por três anos, ainda em 2010. Depois de amargar o desconhecimento e o banco de reservas, se tornou titular após a aposentadoria de Willian e não deixou mais a equipe, superando até mesmo a crise do companheiro Chicão. Na última quarta-feira, como um dos principais jogadores da equipe paulista, colocou no peito a medalha de ouro da mais importante competição continental e levantou a taça tão cobiçada pela equipe. A missão, na visão do defensor, está cumprida.

“Não vou estar jogando, mas vou estar na torcida pelo Corinthians. Os torcedores sempre foram carinhosos comigo e mandaram mensagens de apoio, entendendo essa situação na minha carreira. Eu sou mais um louco para torcer. Quando eu estiver no Brasil e tiver jogo no Pacaembu vou torcer. Não tem como explicar o que é jogar pelo Corinthians e esses anos aqui foram inesquecíveis”, encerrou.

Felpuda


Partido está aos poucos montando a que vem sendo chamada de “chapa do quartel”, pois os pré-candidatos são oriundos da caserna. Há quem diga que os dirigentes da legenda ainda estão querendo pegar carona no “fenômeno Bolsonaro”, esquecendo-se que o presidente, embora vindo da área militar, está na política há 30 anos e o seu programa de governo agradou 57,7 milhões de eleitores. Dizem que tchurminha será obrigada a adicionar mais ingredientes no currículo, senão...