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HABITAÇÃO

Casas de programas sociais estão abandonadas

Casas de programas sociais estão abandonadas
25/01/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Pelo menos 3 mil casas populares em todo o Mato Grosso do Sul estão desocupadas ou foram vendidas pelos beneficiados, mostra reportagem na edição deste sábado (25) do jornal Correio do Estado. Essas duas ações são proibidas quando se trata de moradia própria financiada pelo Poder Público. No entanto, não é difícil encontrar casas abandonadas ou à venda – e até mesmo para alugar – nos residenciais e bairros formados por meio de programas habitacionais da prefeitura ou do governo do Estado.

Um exemplo é o Bairro Ramez Tebet, na região sul de Campo Grande, onde pelo menos cinco dezenas de casas estão desocupadas ou que os donos aparecem de vez em quando para cuidar, mas não moram lá. A reportagem percorreu as vias de lá e encontrou várias casas com aparência de abandonadas, muitas vezes fechadas, muradas e tomadas pelo mato.

  " (...) já foram detectadas casas desocupadas e substituímos os beneficiados". Carlos Marun.

Segundo a reportagem de Lucia Morel, o secretário da Agência Estadual de Habitação (Agehab), Carlos Marun, afirmou que esses casos, quando são descobertos, passam por uma verificação e são analisados individualmente.

No caso específico do Ramez Tebet, que foi construído pelo governo do Estado por meio da Agehab, o secretário disse que “de vez em quando fazemos vistorias lá e já foram detectadas casas desocupadas e substituímos os beneficiados”. As vistorias são feitas quando há denúncias ou após certo período da implantação do bairro.

Quando moradias desocupadas são descobertas, Marun sustenta que o beneficiado é procurado para dar explicações. Se a justificativa for acatada pela agência, a casa continua em propriedade do favorecido. Já, se não houver uma resposta a contento, outra pessoa ou família é procurada para assumir a moradia.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?