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Casais sem filhos são mais felizes no casamento, diz estudo

14 JAN 14 - 01h:00Terra

Muitos casais adiam a chegada dos filhos como forma de prolongar os dias mais felizes do casamento e, de fato, eles estão certos. Segundo um estudo da Open University, casais sem filhos são mais satisfeitos no casamento porque tendem a expressar mais os sentimentos pelo parceiro. As informações são do site inglês Daily Mail.

A pesquisa entrevistou mais de cinco mil pessoas de todas as idades, classes sociais e orientação sexual e, quando perguntadas sobre a qualidade de vida dentro do casamento, os que não tinham filhos, registraram notas mais altas.

Além de mais felizes, os casais sem crianças por perto disseram conseguir de maneira mais fácil "manter" o relacionamento, como ter tempo para conversar e dar mais atenção ao outro.

No entanto, quando os casais foram avaliados individualmente, as mulheres que eram mães foram consideradas as mais felizes, enquanto as que não tinham filhos, as mais infelizes. Ao contrário, os pais disseram ser menos felizes do que os homens sem crianças.

Além do grau de satisfação na relação, o estudo avaliou ainda quais hábitos são responsáveis por manter o casamento. Na liderança, veio a capacidade de dizer "obrigada", mas na lista entrou também servir chá ao companheiro ou companheiro e dançar juntos. Já entre os hábitos que desagradam, estavam falta de comunicação, dirigir muito devagar, fazer barulho para comer, não desligar as luzes e roer unhas.

A pesquisa mostrou ainda que as pessoas que tinham passado por um término ou divórcio dolorosos costumam trabalhar mais e se esforçar para que a atual relação dê certo. "Isso mostra que as pessoas não colocam os relacionamento em um armário e fecham a porta. Na verdade, mostra que elas realmente aprendem alguma coisa com isso e que estas histórias se tornam experiências enriquecedoras", disse Dr. Jacqui Gabb, responsável pela pesquisa.

Para Ruth Sutherland, executiva de uma agência de encontros, os pequenos gestos são a coisa mais importante na vida a dois. "Pequenas demosntrações de afeto fazem mais diferença do que grandes gestos românticos", afirmou.

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