Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

ECONOMIA

Carga tributária recuou em 2009

Carga tributária recuou em 2009
03/02/2010 07:27 -


A carga tributária fechou o ano de 2009 correspondendo a 35,02% do PIB (Produto Interno Bruto), de acordo com dados do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). A queda, em relação a 2008, foi de 0,14 ponto percentual. Segundo o instituto, o último recuo havia sido registrado em 2003. Segundo o IBPT, os tributos federais cresceram 2,73% (R$ 20,19 bilhões), os estaduais 4,67% (R$ 12,61 bi lhões) e os mun icipais 6,84% (R$ 3,21 bilhões), totalizando uma arrecadação de tributos em 2009 de R$ 1,09 trilhão), contra R$ 1,05 trilhão em 2008, em valores nominais. A e n t i d a d e a p o n t o u crescimento nominal da arrecadação tributária de R$ 36,01 bilhões, correspondendo a 3,41% de aumento. Segundo balanço da Receita Federal, a arrecadação de 2009 apresentou queda de 2,96%, na análise deflacionada. O IBPT apontou ainda que os tributos federais representaram 69,54% do total arrecadado (R$ 759,88 bilhões), enquanto que os tributos estaduais representam 25,88% (R$ 282,73 bilhões) e os municipais 4,58% (R$ 50,05 bilhões). Cada brasi leiro pagou R$ 5.706,36 de tributos em 2009, contra R$ 5.572,66 do ano anterior, segundo o IBPT. A carga tributária per capita do período cresceu 2,40% (nominal). O estudo apontou ainda que a região sudeste responde por 64,13% do total da arrecadação tributária brasileira, seguida pela região sul, com 13,47%, da região centro-oeste, com 10,06%, da região nordeste, com 9,09%, e da região norte, com 3,26% do total.

Felpuda


Considerados “traíras” por terem abandonado o barco diante dos indícios da chegada da borrasca à antiga liderança, alguns pré-candidatos terão de se esforçar para escapar da, digamos assim, vingança, velha conhecida da dita figurinha. Dizem por aí que há promessas nesse sentido, para que os resultados dos “vira-casacas” nas urnas sejam pífios. Sabe aquela velha máxima: “Pisa. Mas, quando eu levantar, corre!” Pois é...