Quarta, 21 de Fevereiro de 2018

TRÂNSITO

Capital terá mais 170 faixas com redutores de velocidade

28 OUT 2010Por bruno grubertt00h:00

As vias de Campo Grande podem ter, num prazo de quatro anos, mais 170 faixas de ruas e avenidas fiscalizadas por lombadas eletrônicas, radares e outros controladores de velocidade. Somente no próximo ano, 15 pontos terão os novos equipamentos. Resultado de licitação publicado na última segunda-feira deu o direito de instalar e fazer manutenção nos equipamentos à empresa Perkons, que já é a contratada pela prefeitura desde 2003, quando venceu a primeira licitação. O processo se estende desde dezembro do ano passado, quando quatro empresas apresentaram propostas.

Os equipamentos devem ser instalados na Avenida Gury Marques, Mascarenhas de Moraes, nas saídas da cidade e nas novas avenidas — Complexo Cabaça; Complexo Imbirussu-Cerradinho e segunda etapa da Via Morena, ao longo da Avenida Duque de Caxias.

Ainda não é possível determinar os locais ou vias onde os equipamentos serão instalados, segundo explicou o diretor de trânsito da Agência Municipal de Trânsito (Agetran), Janine de Lima Bruno. "A empresa vence o contrato e depois a Agetran vai determinar onde os radares serão colocados". A decisão, conforme Janine, é tomada de acordo com o número de acidentes e fluxo de veículos das ruas e avenidas.

O titular da Agetran, Rudel Espíndola Trindade Júnior, explicou que o número de faixas fiscalizadas pode não chegar aos 170 que estão no contrato. "A gente faz um contrato com um número, mas não significa que vamos utilizá-los", afirmou Rudel. O número de faixas representa quantas pistas de rolamento serão monitoradas e não o número de equipamentos. Atualmente, o contrato vigente é para 110 faixas e, na Capital, 80 estão em operação.

Contrato
De acordo com o edital da licitação, divulgado em dezembro de 2009, a empresa vencedora também será responsável por oferecer veículos de fiscalização com radar estático e leitor automático de placas.

A Perkons, empresa de Curitiba (PR), venceu contrato em 2003, com valor de R$ 17 milhões, pelo período de quatro anos. Entretanto, desde dezembro de 2007 o contrato vem sendo prorrogado em caráter emergencial — a última renovação aconteceu em julho deste ano. O novo contrato prevê pagamento de cerca de R$ 200 mil mensais.

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