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MÚSICA

Capital recebe bandas para festival de metal

9 JUL 10 - 20h:25
OSCAR ROCha

O heavy metal é um dos gêneros mais controversos do rock. Normalmente, longe da mídia, consegue reunir público fiel em torno de bandas e estilos. Amanhã, às 22h, acontece em Campo Grande o Under War Festival, que  destacará promessas locais e nome consagrado no cenário nacional e até internacional. “Tem grande número de pessoas que curtem esse tipo de som. Por outro lado, quando se divulga um evento para maior número, até pessoas que não gostam do gênero podem acabar aparecendo”, explica a produtora do festival, Ludmyla Sicsú, que promove com regularidade show de metal.
A principal atração será a banda gaúcha The Ordher, criada em 2005, e que se tornou referência dentro do death metal, que tem como característica velocidade e agressividade. A formação esteve, recentemente, em excursão por território europeu, recebendo elogios por suas performances.
Do lado local, acontecerá a estreia da banda Ayin, palavra hebraica que significa olho. O nome tem a ver com o conceito das letras das músicas. Para o vocalista e guitarrista Abner Ramires, na atualidade, mesmo com várias opções oferecidas, as pessoas terminam sendo induzidas nas suas escolhas. “Não sou contra política e religião, mas muitas vezes, quem se filia a partidos ou igreja, não por si mesmo, fica distante do livre arbítrio. As pessoas precisam ter um olhar mais crítica”, enfatiza Abner.

Variedades
Por essa postura, o grupo fica a milhas de distância do misticismo que domina as letras do heavy metal. Mas a diferenciação não fica somente no discurso, a sonoridade também, mesmo filiando-se às correntes mais pesadas do estilo, também traz novidades. Muito disso origina-se das experiências anteriores dos músicos. A trajetória mais peculiar é a de Abner, que se iniciou no piano clássico e também dedica-se a projetos de música instrumental, como o jazz. “Tem muita influência brasileira em nossa música, coisas como feitas por Hermeto Pascoal. Há espaço para ritmos bem nossos. O resultado continua sendo heavy metal pela agressividade, mas com novidades”, aponta.
O estilo adotado é o Technical Death Metal, que, segundo os músicos, exige técnica apurada pela gama de referência absorvida. Com poucos meses de existência, mesmo tendo as músicas compostas desde 2003, a formação conseguiu boa aceitação no segmento. “Temos duas músicas nossas tocando em rádios de Portugal e França. Recebemos bons comentários em sites internacionais. Oficialmente, será a primeira vez que tocamos ao vivo e neste festival”.
Completam a banda o baixista Tiago Romeo e o baterista Leonardo Treuherz. Ambos com várias experiências com projetos dedicados ao som pesado. Ainda participam do festival as bandas Thrashed e Legacy, além do ilusionista Rick Tibau.
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