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Campo Grande - MS, segunda, 19 de novembro de 2018

Justiça Eleitoral

Candidato da Capital é o 3º mais rico a disputar as eleições no país

10 JUL 2012Por Gabriel Maymone09h:10

O candidato a prefeitura de Campo Grande, Reinaldo Azambuja (PSDB) é o terceiro mais rico entre os elegíveis nas capitais brasileiras, com R$ 32,6 milhões em bens declarados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No topo da lista está Mauro Mendes (PSB), de Cuiabá (MT), que declarou R$ 116,8 milhões e Márcio Lacerda (PSB), tentando reeleição em Belo Horizonte (MG) aparece em segundo lugar, com R$ 58 milhões.

Aos 49 anos de idade, o deputado da bancada ruralista tem um apartamento (R$ 350 mil), uma sala comercial (R$ 100 mil), uma casa (R$ 500 mil), terrenos (R$ 240 mil) e mais de dois mil hectares em fazendas, no valor de R$ 22,4 milhões, concentrados principalmente em Maracaju, cidade que governou entre 1996 e 2004. O restante do patrimônio é preenchido por equipamentos agrícolas e caminhões utilizados em suas terras. Ele também informou gastos no valor de R$ 12 milhões para a campanha.

Campo Grande

Apesar de ser o candidato a informar maior limite de gastos na campanha (R$ 20 milhões), Edson Giroto (PMDB) é o segundo mais 'endinheirado', com R$ 2 milhões em bens declarados. Natural de Oscar Bressan (SP), Giroto declarou um apartamento (R$ 475 mil), plano de previdência social (R$ 221 mil) e a maior parte em participações em fazendas (R$ 818 mil).

Com a terceira campanha mais cara (R$ 9 milhões), o murtinhense Vander Loubet (PT) declara possuir R$ 1,1 milhão em bens. À Justiça Eleitoral, o petista informou residências (R$ 605 mil) e uma chácara (R$ 350 mil).

Já o corumbaense Alcides Bernal (PP) declarou R$ 1,3 milhões em bens. Segundo consta no TSE, o candidato do PP possui uma residência (R$ 700 mil), uma caminhonete (R$ 100 mil) e caderneta de poupança (R$ 500 mil), além de informar gastos no valor de R$ 7 milhões para a campanha.

Entre os demais candidatos, os gastos com as campanhas variam entre R$ 25 mil - Suél Ferranti (PSTU) - e R$ 1,2 milhão – Marcelo Bluma (PV). Já em relação ao valor de bens, o professor Sidney (PSOL) declarou não possuir nenhum bem, Bluma declarou bens no valor de R$ 1,1 milhão e Suél declarou possuir apenas uma casa de madeira no valor de R$ 16,9 mil e um veículo Corcel 1985, no valor de R$ 3,5 mil.

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