Quinta, 22 de Fevereiro de 2018

COMEÇO SEM EMPOLGAÇÃO

Campanha ainda não chegou às ruas de Dourados

9 JAN 2011Por Fábio Dorta, de Dourados00h:00

A campanha eleitoral para a eleição extemporânea marcada para o próximo dia 6 de fevereiro em Dourados, começou oficialmente na última quarta-feira (5), mas na prática a disputa ainda não chegou às ruas. Nem mesmo o material de campanha como santinhos, adesivos e placas foi distribuído.

Até agora, os quatro candidatos ainda estão tratando mais de questões burocráticas como a organização das coordenações de campanha e a formação das equipes para os programas de rádio e televisão que começam no próximo dia 20 e vão até o dia 3 de fevereiro, antevéspera da eleição.

A maior movimentação durante a semana ocorreu na noite de sexta-feira (7), quando lideranças dos 15 partidos que formam a Coligação União por Dourados — que tem Murilo Zauith (DEM) como candidato a prefeito e Dinaci Ranzi (PT) de vice-prefeita — se reuniram em um hotel da cidade.

“Foi um encontro para delinearmos como será a campanha e também para que haja uma aproximação e um entrosamento entre todos os partidos. É importante sabermos que esta não é a campanha de um ou dois partidos, mas de um grupo forte que formou esta coligação”, afirmou o presidente municipal do DEM Waldir Guerra.

O candidato do PMN Genival Valeretto passou a maior parte da semana em São Paulo, onde fez gravações para o horário eleitoral gratuito de rádio e televisão. Geraldo Sales (PSDC) e José Araújo (PSOL) afirmaram que estão gastando sola de sapato para pedir votos. Com poucos recursos financeiros deverão fazer uma campanha modesta.

Dissidentes do PT
A primeira semana de campanha também foi marcada pela tentativa de dissidentes do PT ligados aos grupos de esquerda do partido tentar melar a coligação com o DEM. Eles tentaram registrar chapa pura tendo como candidato a prefeito o vereador Elias Ishy e a vice-prefeito o empresário Ricardo Demamann. Mas o registro foi impugnado pelo juiz substituto da 43ª Zona Eleitoral Eduardo Machado Rocha.

O juiz considerou que a convenção que homologou a aliança com Murilo foi legítima e também afirmou que o nome do empresário Demamann não consta nos registros da justiça eleitoral como filiado ao Partido dos Trabalhadores. Elias Ishy disse que irá recorrer da decisão junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

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