SELVÍRIA

Caminhoneiros perdem R$ 20 mil em assalto

Caminhoneiros perdem R$ 20 mil em assalto
29/01/2014 10:45 - TARYNE ZOTTINO


Depois de fazerem entregas em Goiás, dois homens que trabalham para uma distribuidora de alimentos de Araçatuba (SP) chegavam ontem (28) ao Mato Grosso do Sul, quando, por volta das 18h40min, foram rendidos por dois bandidos, que levaram R$ 20 mil. Segundo o boletim de ocorrência, na rodovia BR-158, próximo à Véstia, distrito de Selvíria (MS), os trabalhadores perceberam que uma motocicleta de cor escura estava atrás do veículo, mas imaginaram que o condutor estivesse apenas "aproveitando o vácuo" do caminhão para andar mais rapidamente.

Ao chegarem a Véstia, foi necessário que o motorista do caminhão reduzisse a velocidade e a dupla aproveitou para fazer a abordagem. Os criminosos gritaram que, se eles não parassem, iriam "descarregar" a arma. Neste momento, atiraram contra a cabine do caminhão. O caminhoneiro obedeceu a ordem dos bandidos e encostou. O motociclista entrou na cabine e ordenou que o motorista dirigisse até a entrada de duas fazendas próximas ao local, sendo seguido pelo piloto da moto.

O grupo rodou por aproximadamente 500 metros na entrada entre duas fazendas. O bandido ordenou que as vítimas descessem e começou a revirar o caminhão, em busca de objetos de valor e dinheiro. Os autores disseram que queriam uma quantia superior a R$7 mil, caso contrário, levariam o caminhão, que eles conseguiriam vender por pelo menos R$15 mil. Os bandidos conseguiram encontrar um envelope com R$20 mil, entre cédulas e lâminas de cheques . De posse do valor, os autores fugiram tomando rumo ignorado. As vítimas se deslocaram até Três Lagoas, onde registraram o roubo na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac). A Polícia Civil investiga o caso.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".