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CAMPO GRANDE

Câmara reduz gastos e devolve R$ 7 milhões para prefeitura resolver imbróglio de prédio

Câmara reduz gastos e devolve R$ 7 milhões para prefeitura resolver imbróglio de prédio
14/02/2014 18:00 - da redação


A Câmara Municipal de Campo Grande fez uma 'vaquinha' e economizou R$ 7 milhões do duodécimo – valor repassado pela prefeitura – e devolveu ao Executivo. O objetivo é colaborar para uma solução definitiva do imbróglio envolvendo o prédio do Legislativo.

Segundo o presidente da Casa de Leis, vereador Mario Cesar, “mesmo a responsabilidade sendo única e exclusivamente do prefeito de Campo Grande, fizemos uma economia durante todo o ano passado para que pudéssemos devolver uma quantia razoável do duodécimo. Estamos buscando uma alternativa para resolver a questão do prédio do Legislativo. A responsabilidade de solucionar o problema é do prefeito, porque a Câmara Municipal não tem personalidade jurídica, mas seria de bom tom que ele utilizasse esses R$ 7 milhões para quitar a dívida dos aluguéis. Há anos estamos economizando o duodécimo e devolvendo para a Prefeitura, justamente para esse fim, já que a responsabilidade sobre qualquer dívida passada e do prédio é da Prefeitura”, explicou.

Outra alternativa para resolver a questão do prédio é a desapropriação da atual sede da Casa de Leis. “Cabe ao prefeito de Campo Grande dar todas as condições para que a Câmara funcione e possa trabalhar plenamente. Para nós não importa se será desapropriado, se será construído um novo prédio ou se vamos para outro lugar, só queremos que o problema seja revolvido da melhor forma possível para que não atrapalhe o funcionamento do Legislativo. O que estamos fazendo é devolvendo o duodécimo como forma de ajudar o prefeito a solucionar o problema, utilizando a própria verba destinada para a Casa anualmente”, alegou Mario Cesar.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?