segunda, 16 de julho de 2018

Tecnologias verdes

Camada de ozônio parou de diminuir

20 SET 2010Por 11h:11

Segundo as Nações Unidas, além de prevenir milhões de novos casos de câncer de pele e catarata ao ano, a proteção da camada de ozônio também trouxe outros benefícios, como ajudar a diminuir o efeito estufa.
A relação é simples: uma vez que muitas substâncias destruidoras da camada do ozônio também são causadoras do efeito estufa, sua proibição geraria também a diminuição do aquecimento global.
O estudo foi revisado por 300 cientistas de todo o mundo e é uma parceria do UNEP ( Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas) e da UN WMO (Organização Meteorológica Mundial); ele foi apresentando ontem, o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.

Sol, perigoso sol
A queda da destruição de ozônio no mundo seu deu graças a eliminação de quase 100 substâncias antes usadas em produtos como refrigeradores e sprays em lata. A NU espera que a camada fora das regiões polares se recupere a níveis anteriores a 1980 antes da metade do século; no entanto, as projeções indicam que o buraco sobre a Antártica deve levar muito mais tempo para se fechar já que, infelizmente, a quantidade de ozônio no mundo ainda não está aumentando – apenas parou de cair.
Em 2010, as reduções de substâncias destruidoras de ozônio (expressas em equivalente de CO2) foram de 10 gigatoneladas. Os esforços foram classificados como um sucesso pelo Diretor do UNEP, Achim Steiner.
O combate a destruição da camada de ozônio começou com a assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987, no Canadá. Sem as medidas adotadas de lá para cá,  os efeitos negativos teriam aumentado 10 vezes até 2050 – elevando em mais de 20 milhões os casos de câncer de pele e 130 milhões os de cataratas e prejudicando a agricultura, a fauna e a flora do planeta.

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