BOLSA

CAE adia análise de pedido de empréstimo em projeto

CAE adia análise de pedido de empréstimo em projeto
01/03/2011 12:50 - AGÊNCIA BRASIL


Um pedido de vista coletivo adiou para a próxima reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado a votação da mensagem encaminhada pela União para a contratação de empréstimo no valor de US$ 200 milhões no Banco Mundial (Bird). Os recursos destinam-se ao Projeto Consolidação do Programa Bolsa Família e Apoio ao Compromisso Nacional pelo Desenvolvimento Social.

O relator da matéria, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), apresentou relatório favorável ao empréstimo, ressaltando que os recursos servirão para fortalecer o programa. De acordo com Suplicy, o aporte de recurso visa a aprimorar o programa e seus impactos, fortalecer o Cadastro Único dos programas sociais e sua gestão, além da ampliação institucional com o objetivo de capacitar gestores. Ainda tem como objetivo fortalecer o monitoramento do programa pelo Ministério do Desenvolvimento Social, entre outros pontos.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO), contudo, avaliou que os objetivos que levaram à solicitação do empréstimo já foram atingidos e, por isso, ele não é mais necessário. "A motivação era consolidar o programa [Bolsa Família], que já está efetivamente consolidado”.

Depois do pedido de vista do democrata, o senador petista Humberto Costa (PE) pediu vista coletiva da matéria.

Na reunião de hoje, a CAE aprovou a criação de uma subcomissão para avaliar, periodicamente, o Sistema Tributário Nacional, como propôs o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). A comissão aprovou também requerimento de senador Eduardo Suplicy para realização de audiências públicas destinadas a discutir formas de cumprir a promessa da presidenta Dilma Rousseff de erradicação da miséria no Brasil.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".