Bruno teria pedido para Macarrão confessar morte de Eliza, diz revista

Bruno teria pedido para Macarrão confessar morte de Eliza, diz revista
07/07/2012 18:00 - terra


Uma carta, que teria sido escrita pelo ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes para seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, traz novos detalhes sobre a morte de Eliza Samudio, ex-amante do jogador. O conteúdo da carta foi divulgado pela revista Veja. No texto, o jogador pede a Macarrão para usar o "plano B", que, segundo a reportagem, seria assumir a culpa sozinho pela morte e isentar o goleiro. "Maka, eu não sei como dizer isso, mas conversei muito com os nossos advogados e eles chegaram a uma conclusão devido aos últimos acontecimentos e descobertas sobre o processo e investigações. Nós conversamos muito e eles acham que a melhor forma para resolvermos isso é usando o plano B", diz o texto.

"Você me disse que se precisasse você ficaria aqui e que era para eu nunca te abandonar. Então, irmão, chegou a hora", dizia outro trecho da carta, assinada por Bruno, e que nunca chegou às mãos de Macarrão. Outras evidências publicadas mostram conversas via internet de Eliza Samudio com amigos. Entre o dia 9 de novembro de 2009 e 7 de maio de 2010 (35 dias antes de morrer), ela revela que tem medo de ser morta pelo atleta. "Terra de Bruno só vou com passagem de ida. Vão me matar lá", disse a modelo em uma das conversas. Ainda segundo a reportagem, o sequestro e a morte de Eliza foram planejados desde o início, já que ela estaria ameaçando Bruno com um vídeo comprometedor. Eliza Samudio desapareceu em junho de 2010 e seu corpo nunca foi encontrado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".