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BRASIL/MUNDO

Bruno precipitou morte de Eliza Samudio, diz delegado

Bruno precipitou morte de Eliza Samudio, diz delegado
31/07/2010 16:53 -


são paulo

O delegado Edson Moreira, chefe do DIHPP (Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa), afirmou na tarde desta sexta-feira que o goleiro Bruno Fernandes é o autor intelectual e material do assassinato de Eliza Samudio, 25, ex-amante do jogador. Moreira também afirmou que o crime foi planejado. O motivo seria o filho, de 5 meses, que Eliza tentava provar na Justiça que é do jogador.
Moreira disse que as buscas pelo corpo de Eliza continuam. “Tendo uma pessoa experiente [como executor do crime], fica difícil achar o corpo, mas não vamos desistir. Vamos insistir, pois a materialidade indireta está provada. Ela foi morta por asfixia”, disse o delegado.
O delegado também afirmou que o primeiro depoimento do adolescente de 17 anos, primo de Bruno, foi “comprovado cientificamente”, apesar de ele ter mudado de versão posteriormente. Moreira disse que peritos foram consultados e comprovaram que uma pessoa poderia morrer asfixiada da forma descrita pelo adolescente.
Bruno foi indiciado por homicídio, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver, formação de quadrilha e corrupção de menores. A polícia concluiu o inquérito na quinta-feira (29) e encaminhou o documento de 1.600 páginas para a Justiça ontem.
Também foram indiciados pelos mesmos crimes os demais envolvidos: Luiz Henrique Ferreira Romão (Macarrão), Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza (Coxinha), Dayane Rodrigues do Carmo Souza (mulher de Bruno), Elenilson Vitor da Silva, Sérgio Rosa Sales (Camelo, primo de Bruna) e Fernanda Gomes de Castro (amante de Bruno).
O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos (Bola) foi indiciado por homicídio qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver.
Dos nove indiciados, oito estão presos na penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG). Fernanda é a única que está em liberdade.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.