PARAGUAI

Brasileiros que seriam do PCC são expulsos

Brasileiros que seriam do PCC são expulsos
24/02/2011 18:15 - Edilson José Alves/Ponta Porã


Os dois brasileiros Júlio César Wiese, de 51 anos, e Eduardo Ramão Caballi, de 27 anos, presos na última terça-feira na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, na linha de fronteira com Ponta Porã, foram expulsos ontem à tarde e entregues para a Polícia Federal.
Wiese e Caballi, segundo a Senad, foram presos no bairro “Reyes Católicos”, no lado paraguaio da fronteira. Os acusados são de Santa Catarina e seriam membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Contra eles havia mandados de prisão expedidos pela juíza Bianca Fernandes Figueiredo, da cidade catarinense de Itapema.
No início da tarde de ontem os agentes da Senad levaram os dois brasileiros até a linha de fronteira onde foram entregues aos agentes da delegacia de Polícia Federal de Ponta Porã. Eles serão recambiados para o estado de Santa Catarina, onde teriam condenação por tráfico de drogas.
Por outro lado, ontem à tarde, os policiais da Senad, prenderam mais um brasileiro e que também estaria a serviço do PCC na fronteira. Trata-se de Edson Serqueiro dos Santos, que também atende pelo apelido de “Edinho”. Ele estava como passageiro em um veículo Corolla, sem placas, abordado pelos policiais na Ruta V, rodovia situado na divisa de Ponta Porã com Pedro Juan Caballero.
No mesmo carro os policiais detiveram o piloto de avião colombiano, Eduardo Andrés Benevides Rodrigues, de 34 anos. Rodrigues foi preso com carregamento de cocaína em 2003 no momento que estava nas imediações do aeroporto de Pedro Juan Caballero. O promotor de justiça, Justiniano Cardoso, disse que contra o brasileiro existe um mandado de prisão expedido pela justiça de São Paulo por crime de tráfico de drogas.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".