ECONOMIA

Brasileiros estão otimistas quanto à economia do País

Brasileiros estão otimistas quanto à economia do País
23/02/2010 03:55 -


Os brasileiros estão na quarta posição entre os consumidores mundiais mais otimistas quanto à economia de seus países, revelou uma pesquisa da Reuters, conduzida pela Ipsos em 23 países, que representam 75% do PIB mundial. De maneira geral, em 17 dos 23 países analisados – que respondem por 74% do total – os cidadãos avaliaram como boa a situação econômica de seus países, ante oito – ou 35% do total – que indicaram a mesma resposta na apuração feita em abril e maio do ano passado. No Brasil, 72% dos consumidores acreditam que a situação econômica é boa, proporção atrás da Índia (82%), Austrália (81%) e China (78%). Seguem o Brasil, países como o Canadá (60%) e a Suécia (58%). De acordo com a pesquisa, este é o primeiro sinal na opinião pública a demonstrar que os impactos negativos da crise podem estar ficando para trás, na medida em que os cidadãos veem e sentem a melhoria na economia de seus países. Economia mundial Existem dados que mostram que a euforia não deve ser tão grande. Dos mais de 24 mil adultos entrevistados, o que equivale a mais ou menos m i l por pa í s, apenas 36% disseram que a economia local está muito ou razoavelmente boa, ante 29% na apuração feita em 2009. O restante, que totaliza 64% dos entrevistados, disse que a economia está razoavelmente ou muito ruim. Os seis países com menos avaliações positivas foram os Estados Unidos, onde 20% acreditam que a economia está boa, Grã-Bretanha (14%), França (14%), Espanha (10%), Japão (8%) e Hungria (7%). Futuro Os consumidores brasileiros estão mais confiantes no futuro, revelou uma pesquisa da Reuters, conduzida pela Ipsos. Em abril e maio do ano passado, 42% deles mostraram confiança em relação ao futuro, ante 54% na apuração feita neste ano. Os países onde os cidadãos expressaram maior nível de confiança no futuro foram Índia (79%), China (78%), Austrália (73%), Canadá (66%) e Holanda (61%). O menor nível esteve no Japão (14%), França (21%), República Tcheca (25%) e Rússia (28%).
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".