JOGOS OLÍMPICOS

Brasil vence Austrália no basquete

Brasil vence Austrália no basquete
29/07/2012 08:32 - IG


Após um hiato de 16 anos e com status renovado, o Brasil voltou aos Jogos Olímpicos no basquete masculino. Na estreia, a equipe comandada por Rubén Magnano começou nervosa, deslanchou a partir do segundo quarto e permitiu uma reação, mas bateu a Austrália por 75 a 71 neste domingo. O jogo foi o primeiro do Brasil no basquete masculino olímpico desde os Jogos de Atlanta 1996. Talvez pelo tempo de ausência, o time sul-americano começou muito nervoso, errou demais e cedeu vantagem ao rival no primeiro quarto.

A partir da segunda parcial, contudo, o Brasil reagiu, tomou a liderança no marcador e começou a controlar o jogo. Para isso, foi fundamental a participação do armador Marcelinho Huertas, que anotou 15 pontos e ainda distribuiu dez assistências – quatro a menos do que todo o time da Austrália.O cestinha do Brasil, porém, foi outro jogador. Se Huertas brilhou pelos passes e os pivôs Anderson Varejão, Nenê e Thiago Splitter dividiram bem os rebotes, o maior pontuador da equipe nacional foi Leandrinho. O ala-armador do Indiana Pacers anotou 16.

O líder em pontos no jogo foi o australiano Mills, que fez 20. Andersen (14) e Ingles (15) também contribuíram para o placar da equipe da Oceania. Num jogo de estatísticas equilibradas, o Brasil fez a diferença por ter roubado mais bolas e por ter errado menos. Prova disso é que a Austrália só cresceu no último quarto, quando começou a acertar arremessos de fora do perímetro. Dentro do garrafão, a Austrália sentiu a ausência do pivô Andrew Bogut, do Golden State Warriors. Sem ele, o time da Oceania perdeu o duelo físico para os grandalhões do Brasil. A soberania entre os pivôs e o grande desempenho de Huertas na armação possibilitaram ao Brasil, pelo menos nos três quartos finais, uma repetição do que a seleção já havia feito nos amistosos.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".