AMISTOSO

Brasil tenta acabar com a desconfiança contra a África do Sul

Brasil tenta acabar com a desconfiança contra a África do Sul
07/09/2012 10:00 - r7


Não tem outro jeito: mais do que a vitória, a seleção brasileira sabe que precisa apresentar um bom futebol no amistoso contra a África do Sul, nesta sexta-feira (7), às 15h45(horário de Brasília), no Morumbi, em São Paulo (SP).  Para pelo menos minimizar a desconfiança do torcedor, o técnico Mano Menezes promete um time ofensivo.

Oscar, Lucas, Neymar e Leandro Damião, pela primeira vez juntos, têm a missão de devolver a alegria do futebol. O treinador só não fala em reeditar o “quadrado mágico da Copa de 2006” porque segundo ele mesmo não traz boas lembranças. Ainda assim, Mano sabe que o time está devendo espetáculo diante do seu torcedor.

Até o fim da noite, aproximadamente 35 mil ingressos haviam sido vendidos. Um público pequeno para o futebol pentacampeão – a carga total de pouco mais de 65 mil entradas.

— O torcedor sempre teve um carinho pela seleção brasileira, mas o fato de fazer isso por 90 minutos depende da gente. Nós temos de assumir a nossa parte para que o torcedor esteja cada vez mais do nosso lado.

Mesmo os jogadores sabem que vivem uma entressafra de grandes ídolos e buscam se firmar com a camisa verde-amarela. Se sentir verdadeiramente em casa na Copa 2014 também é um dos objetivos do meio-campo Oscar.

BRASIL x ÁFRICA DO SUL

Data: 7 de setembro de 2012, sexta-feira
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (Fifa/Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (Fifa/Argentina)

BRASIL: Diego Alves; Daniel Alves, Dedé, David Luiz e Marcelo; Rômulo, Ramires e Oscar; Lucas, Leandro Damião e Neymar. Técnico: Mano Menezes

ÁFRICA DO SUL: Khune; Gaxa, Khumalo, Fransman e Tshabalala; Mahlangu, Dikagcoi, Letsholonyane e Serero; Parker e Ndlovu. Técnico: Gordon Igesund

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".