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Botafogo quer mudanças na arbitragem nacional

Botafogo quer mudanças na arbitragem nacional
23/04/2011 00:00 - ESTADÃO


 O Botafogo encontrou um culpado pela eliminação da equipe na Copa do Brasil: o presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (Conaf), Sérgio Corrêa. Em nota oficial divulgada na manhã desta sexta-feira, o clube carioca pede novos rumos na arbitragem brasileira e a saída do dirigente do comando da Comissão.

 De acordo com o Botafogo, a medida se faz necessária uma vez que: "as arbitragens das competições nacionais têm sido alvo de críticas incontestáveis e justas por parte da grande maioria dos dirigentes dos clubes brasileiros". Para a diretoria alvinegra, "o Botafogo tem sido, nos últimos três anos, o clube mais prejudicado quando este assunto é abordado", o que seria comprovado, ainda de acordo com a nota, por "levantamentos efetuados por reportagens especializadas", sem especificar a fonte.

Na nota, o Botafogo diz ter sempre adotado um discurso de serenidade, mas que o "limite do aceitável" foi superado na quarta-feira, contra o Avaí, partida que valia vaga para as quartas de final da Copa Brasil. Ali, de acordo com a diretoria alvinegra, o árbitro Ricardo Ribeiro Marques (que não é citado nominalmente), deixou de dar um escanteio para o Botafogo e, na sequência do lance, marcou um pênalti inexistente para o Avaí, que acabou decidindo a classificação dos catarinenses.

A partir daí, o Botafogo faz três questionamentos: Por que Sérgio Corrêa segue no comando da arbitragem, que mudanças ele comandou para qualificar a arbitragem, e quem tem razão no duelo de argumentos entre dirigentes e Corrêa.

O Botafogo pede ainda a saída de Sérgio Corrêa da Conaf, uma vez que ele "tem se mostrado incapaz de ajudar no processo" de "transformações profundas na preparação da nossa arbitragem" e que a "arbitragem brasileira não merece ser tratada de forma amadora". A diretoria encerra a nota lamentando "a reincidência de erros grosseiros e mais ainda a forma como a arbitragem nacional tem sido conduzida e coordenada ao longo dos últimos anos".

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?