Bonecas nigerianas desbancam a Barbie e fazem sucesso na África

Bonecas nigerianas desbancam a Barbie e fazem sucesso na África
18/01/2014 03:00 - epocanegocios


O nigeriano Taofick Okoya ficou surpreso quando, numa ida às compras em busca de um presente para sua sobrinha, não encontrou uma Barbie negra. A surpresa não foi à toa: a Nigéria possui mais de 148 milhões de habitantes, é considerado um dos 11 países mais promissores economicamente e, além de tudo, é o país com a maior população negra do mundo.

Okoya utilizou esses fatos ao seu favor e criou uma oportunidade de negócio. Hoje, sete anos depois, contabiliza a venda de mais de seis mil bonecas de duas linhas criadas por ele com peças encomendadas da China: a ‘Rainhas da África’ e a ‘Princesas Naija’, de acordo com o jornal inglês The Guardian.

As bonecas de ambas as linhas são de modelos semelhantes às Barbies tradicionais, porém são negras. E isso não é tudo: as ‘Rainhas’ e as ‘Princesas’ são comercializadas em trajes e penteados africanos tradicionais. Isso fez com que as bonecas de Okoya se popularizassem na Nigéria e que comerciantes de outras regiões da África se interessassem em vendê-las. O South Africa’s Game, que faz parte do grupo Walmart, por exemplo, está em negociações com Taofick Okoya para vender suas bonecas em mais de 70 lojas pela África.

A tendência é que o negócio se expanda cada vez mais, já que além dos atrativos culturais, as ‘Rainhas’ e as ‘Princesas’ também possuem preços bastante acessíveis. As versões especiais das bonecas, por exemplo, custam por volta de R$ 44. No entanto, as versões normais – e mais populares – são vendidas por valores entre 500 e 1000 nairas, que equivalem a cerca de R$ 7 e R$ 14 reais, respectivamente.

Assim como a Barbie, as bonecas de Okoya também são magras. O empresário disse ao Guardian que os primeiros modelos produzidos eram mais "gordinhos", mas não fez sucesso com as crianças. Por isso, as "Princesas" e "Rainhas" perderam "alguns quilinhos"

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".