ECONOMIA

Bolsa sobe pelo quarto dia consecutivo

Bolsa sobe pelo quarto dia consecutivo
03/03/2010 05:52 -


Pelo quarto dia consecutivo, as ações brasileiras subiram na rodada de negócios de ontem. Os mercados mundiais ainda antecipam possível auxílio da comunidade europeia à Grécia, país da zona do euro em situação mais grave. A taxa de câmbio doméstica cedeu pela terceira vez e bateu R$ 1,78, a menor cotação num fechamento desde 19 de janeiro. O Ibovespa, índice que reflete os preços das ações mais negociadas, subiu 0,82% no encerramento das operações, aos 67.779 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,67 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York fechou em leve alta de 0,02%. O dólar comercial foi vendido por R$ 1,782, em queda de 0,88%. A taxa de risco-país marca 201 pontos, praticamente estável sobre a pontuação anterior. A recuperação da Bolsa brasileira foi puxada pelos papéis da Vale, que sozinhos movimentaram mais de R$ 1,2 bilhão do giro total. Somente a ação preferencial foi alvo de R$ 1 bilhão em negócios, valorizando 1,88%, em um dia de ganhos para as mineradoras também nos mercados europeus, com alta das commodities (matérias-primas). A agenda de indicadores do dia foi bastante esvaziada. No Brasil, a FGV apontou uma inflação mais moderada em boa parte das principais capitais brasileiras. Analistas debatem se o Banco Central pode subir os juros neste mês ou em abril, o que dá um peso ainda maior para cada índice de preços. Nos EUA, algumas das principais montadoras estabelecidas no país reportaram aumento nas vendas de fevereiro, alguns na casa dos dois dígitos, como a Ford, que bateu a rival GM pela primeira vez desde agosto de 1998. O foco do mercado, no entanto, continua na Grécia. O severo déficit público desse país ameaça contaminar o restante das economias da zona do euro, bastante abaladas após a crise de 2008.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".