segunda, 16 de julho de 2018

Boliviana presa com 380 peças de roupa engomadas com coca

25 SET 2010Por 09h:34

Sílvio Andrade, Corumbá
e karine cortez

Uma boliviana moradora na cidade de Puerto Quijarro (Bolívia), situada na fronteira seca com Corumbá, foi presa em flagrante, acusada de tráfico de drogas. Ela foi detida em uma casa no Bairro Dom Bosco, onde estocava uma carga com 380 calças jeans “engomada” com cocaína.
A mercadoria estava sendo preparada para ser despachada para São Paulo e seu destino final era Amesterdan (Holanda).
A traficante, que já cumpriu pena no presídio feminino de Corumbá por tráfico de droga, estava sendo investigada há algum tempo pela Polícia Federal.
Agentes perceberam movimentação na residência, onde a mulher chegou em uma moto, e a presença de uma caminhonete estacionada na garagem. O veículo foi abordado ao deixar a casa e transportava a carga suspeita.
As roupas pesando 380 quilos (peso bruto) estavam acondicionadas em três caixas de papelão e exalavam forte cheiro da droga, cujo teor foi constatado após testes preliminares.
A boliviana, cujo nome não foi revelado, assumiu a responsabilidade sobre a carga e disse que adquiriu as peças de um homem em Santa Cruz de la Sierra como uma amostra para exportação futura de um volume ainda maior.
Maconha
Já a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), em Sidrolândia, cidade situada a 70 quilômetros de Campo Grande, prendeu no final da tarde da última quinta-feira, Carlos Antonio Moreira, de 20 anos, quando tentava passar pela barreira policial montada na MS-162. Ele transportava 122 quilos de maconha. A droga estava escondida num fundo falso da caminhonete S10 que conduzia. O rapaz disse que deixaria a droga em uma praça de Campo Grande e receberia pelo serviço R$ 10 mil.
Informações repassadas pela PRE dão conta de que o entorpecente estava acondicionado em 128 tabletes debaixo da carroceria do veículo onde foi feito o fundo falso. Carlos contou aos policiais que a caminhonete foi entregue num trevo da cidade de Ponta Porã, por um homem identificado apenas como “Tico”. No momento em que Carlos prestava depoimento o “Tico” tentou contatá-lo diversas vezes através do telefone celular.

Leia Também