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DISPUTA

Bola do estadual de futebol vira 'Jabulani Pantaneira'

Bola do estadual de futebol vira 'Jabulani Pantaneira'
07/04/2011 11:05 - Jakson Pereira


O futebol sul-mato-grossense é o primeiro no Brasil a ter como bola oficial da marca Kagiva, tradicional marca do futsal, mas que tem gerado muita reclamação por parte de jogadores, treinadores e até dirigentes, que em uma alusão à bola da Copa do Mundo da África do Sul, a apelidaram de “Jabulani Pantaneira”.
Por não ter tradição no futebol de campo, o Estadual de Mato Grosso do Sul é “cobaia”, termo usado pelo presidente do Esporte Clube Comercial para definir a experiência que está sendo feita nesta temporada. “Para não usar outros termos, digo que esta bola é horrível. Jogamos com ela porque somos obrigados, mas não tem a mínima condição de utilizá-la no futebol profissional. É a nossa Jabulani”, comentou o dirigente.
Segundo os goleiros Carlos César do Cene, Régis do Comercial e Nêto do Aquidauanense, é uma bola que prejudica muito a atuação dos arqueiros.
“É uma bola muito leve, que muda constantemente de direção e atrapalha demais”, disse Carlos César. “Apesar de treinar com ela, durante o jogo ainda temos dificuldades, pois temos que adivinhar para onde a bola vai, já que não mantem a mesma trajetória durante o percurso do chute até o gol”, complementou o colorado Régis.

Dificuldades
O goleiro Nêto, recém chegado ao Aquidauanense oriundo do futebol paulista, onde estava em Americana defendendo o Rio Branco, confessa que ainda tem dificuldades para se acostumar com a bola.
“Em São Paulo as bolas são da marca Topper, são mais pesadas e melhores. Está aqui é muito leve e não beneficia a atuação do goleiro, por isso, mesmo com muito treinamento, temos que ter atenção redobrada durante as partidas”, disse o goleiro do Aquidauanense.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.