POLÍTICA

Blocos de Corumbá criam infraestrutura

Blocos de Corumbá criam infraestrutura
20/01/2010 04:55 -


Brincar o carnaval de Corumbá não se restringe ao desfile das escolas de samba. Para conhecer realmente a irreverência dessa festa e se envolver no seu clima é preciso sair nos blocos – sejam oficiais, independentes ou sujos – pelas ruas da cidade. O mais famoso é o Afoga o Ganso, fundado em 1987, considerado um dos maiores do interior brasileiro. Os gansolinos dominam a folia pantaneira e a agremiação se profissionalizou, produzindo e comercializando sua festa com estrutura, trioelétrico, grandes atrações musicais e segurança. O bloco sai nos dias 13 e 16 de fevereiro e neste ano as atrações são a banda Mika 7 e a ex-vocalista da Bamdamell Jullyana Ramalho, uma capixaba com sabor baiano. O formato do carnaval do bloco deu certo e ganhou fama: pois em suas duas concentrações privativas (ambiente fechado na rua), os foliões dançam ao ritmo de axé e bebem de graça. Na madrugada, todos descem a passarela do samba com o trio-elétrico. O passaporte custa R$ 130 (pista) e R$ 240 (camarote), com direito a camiseta personalizada e caneca. As atrações A baiana Mika 7, que se formou no interior de São Paulo e ganhou os palcos do resto do País, se apresenta no dia 13. O grupo foi atração do carnaval dos gansolinos em 2009 e agradou o público. Depois de ter sido convidada a participar do Bloco do Meio Ambiente do próximo carnaval de Salvador, o Mika 7 promove grandes eventos que unem música e ecologia. Em 2006, aos 23 anos, Jullyana Ramalho deixou a profissão de fisioterapeuta para concretizar um sonho: ser vocalista da Bamdamell. Ganhou visibilidade nacional e no ano passado montou sua banda com músicos baianos e embrenhou-se por carreira solo. Faz sucesso com os públicos jovem e universitário. Ela estará em Corumbá no último dia de carnaval.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".