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Bens de André aumentam R$ 3 milhões e de Orcírio, R$ 1,8 milhão

Bens de André aumentam R$ 3 milhões e de Orcírio, R$ 1,8 milhão
06/07/2010 07:40 -


Maria Matheus

O patrimônio do governador André Puccinelli aumentou R$ 3 milhões em quatro anos, enquanto o de seu principal rival na disputa eleitoral, José Orcírio Miranda dos Santos (PT), aumentou pouco mais de R$ 1,8 milhão nos últimos oito anos.
Ontem, Puccinelli declarou à Justiça Eleitoral bens que somam R$ 5.378.828,63, o que representa evolução patrimonial de 126% em relação a 2006, quando informou ter R$ 2.376.650,00. Nos últimos dez anos, o crescimento dos bens do governador foi de 529%, uma média de 52,9% ao ano.
O patrimônio de José Orcírio cresceu 451% em relação a 2002, quando ele se elegeu para o segundo mandato de governador – média de 56,3% ao ano. Na época, o petista tinha R$ 417.096,27, entre casa, veículos, barco, poupança, aplicações e saldo em conta.
Atualmente, Orcírio tem R$ 1,35 milhão em propriedades rurais, uma casa no valor de R$ 517 mil, R$ 169,7 mil em aplicações financeiras, R$ 60 mil em espécie, R$ 42 mil em veículos, além de barcos, consórcios, terreno e quota de capital na empresa Integrar.
O candidato do PSOL, Ney Braga, afirmou ter um imóvel no valor de R$ 150 mil. No entanto, à Justiça Eleitoral, ele informou ter R$ 1 milhão em bens. Contactado pela reportagem, ele disse que corrigirá o equívoco hoje. Como é a primeira vez que disputa cargo eletivo, não é possível fazer o cálculo da evolução patrimonial do socialista.
O TRE ainda não disponibilizou a declaração de bens detalhada dos candidatos. O detalhamento do patrimônio de Orcírio foi informado pela assessoria do petista.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!