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Basquete de MS busca novos rumos

Basquete de MS busca novos rumos
22/02/2010 03:47 -


O basquete de Mato Grosso do Sul iniciou 2010 com mudanças e perspectivas de resgatar a tradição da modalidade, que já revelou muitos craques para equipes de outros estados e até mesmo para a seleção brasileira, e foi a segunda mais praticada nas escolas do Estado. Desde o início do mês sob o comando do professor Luís Magalhães, as principais metas da nova diretoria é desenvolver as categorias de base e massificar a modalidade em busca de novos atletas. “É preciso encontrar formas de conqu ist a r praticantes e para isso é necessário contar com a participação das escolas e dos clubes para criação de equipes de base”, disse Magalhães. Porém, com apenas dois dos seis filiados em situação regular, o desafio parece ser ainda maior. “Estamos estudando formas para colocar os associados em dia com a entidade e, além disso, ainda temos o desafio de filiar mais equipes, e para isso temos um projeto que será fundamental para conquistar o objetivo”, declarou o dirigente. Calendário Ainda em fase de transição de diretoria, Luís Magalhães afirma que já existe um esboço de calendário para a temporada, mas só deverá ser confirmado após uma reunião que acontecerá no início do próximo mês. “Não adianta divulgarmos um calendário com dezenas de torneios e campeonatos se não tivermos condições de realizá-los nem equipes para participar. Vamos discutir a melhor forma de atender à demanda e tentar acompanhar o calendário da Confederação Brasileira de Basquete”, comentou. A certeza é o retorno do torneio MS Olímpico. “É uma competição importante e tradicional que vamos resgatar. Devemos usá-la como base para montar as seleções do Estado para disputa do Brasileiro”, afirmou o dirigente.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".