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sábado, 23 de fevereiro de 2019 - 05h53min

Barriga de tanquinho

31 MAI 10 - 08h:28
Lipoabdominoplastia ou minilipoabdominoplastia? Essas duas cirurgias modernas retiram o excesso de gordura e de pele e ainda deixam a cintura mais fina e sensual. A diferença é que a lipoabdominoplastia é feita em todo o abdômen e a minilipoabdominoplastia, apenas das proximidades do umbigo para baixo (podendo se estender ao redor ou um pouco acima dele).

A lipoabdominoplastia é indicada para quem tem sobras de gordura e de pele e também para mulheres que apresentam a musculatura flácida por causa de gravidez, afirma Sérgio Aluani, cirurgião-plástico do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein (São Paulo) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

A miniabdominoplastia, em contrapartida, é mais recomendada às pacientes magras que apresentam pele flácida, resultando em um umbigo caído, com aspecto de “tristeza”. “Os resultados das duas cirurgias são excelentes, inclusive para a autoestima das pacientes”, enfatiza o especialista.

Técnica repaginada
Até pouco tempo, não se fazia lipoaspiração na barriga junto com a tradicional plástica de abdômen. Isso porque era necessário realizar um descolamento de pele muito grande e a lipoaspiração, feita no mesmo dia, costumava agredir o corpo além da conta, causando problemas circulatórios e até a perda do tecido da pele. Com as modernas lipoabdominoplastia e minilipoabdominoplastia esse risco praticamente foi eliminado.

A segurança se deve principalmente ao fato do descolamento ser feito apenas na parte central do abdômen. “Caso a paciente tenha flacidez somente na parte inferior da barriga, o médico traça uma espécie de linha imaginária que começa no púbis e chega ao umbigo. Então, descola mais ou menos três centímetros para um lado e três centímetros para o outro”, explica o doutor Sérgio.

Em mulheres que precisam modelar também a parte superior do abdômen, o descolamento ultrapassa a linha do umbigo e sobe até o apêndice xifoide (uma leve proeminência que fica no centro do abdômen, mais ou menos na altura das costelas). Depois de feito o descolamento, o especialista aproxima a musculatura e sutura. Dessa forma, preservam-se os tecidos adjacentes, não havendo problema em aspirar os excessos de adiposidade.  
Segundo o médico, se necessário, pode-se também retirar as sobras de pele e reposicionar o umbigo na posição natural.
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