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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Bancada das mulheres pode <br> ser ampliada

Bancada das mulheres pode <br> ser ampliada
16/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Reportagem na edição de hoje (16) do jornal Correio do Estado mostra que, apesar do período ainda ser de indefinições no cenário político-eleitoral, tudo indica que a presença feminina será marcante na disputa deste ano. A participação das mulheres nas eleições tem crescido cada vez mais, de um lado, por causa de uma nova lei de cotas e, de outro, em virtude da eleição de Dilma Rousseff (PT), como a primeira presidente do País. No entanto, a representatividade ainda é pequena. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, dos 24 deputados estaduais, apenas duas cadeiras não são ocupadas por homens.       

 

       Grazielle Machado (PR)                              Antonieta Trad (PMDB)

 

 

         Márcia Rolom (PSD)                  Tereza Name (PSD)

Porém, a situação tende a mudar. Na eventual disputa à reeleição, Mara Caseiro (PTdoB) e Dione Hashioka (PSDB) poderão ser reconduzidas pelo voto ao Legislativo Estadual. Além delas, há a possibilidade de entrar na disputa a vice-prefeita de Corumbá, Márcia Rolom (PSD), a vereadora Grazielle Machado (PR), a ex-vereadora de Campo Grande, Tereza Name (PSD), bem como a suplente do senador Waldemir Moka, Antonieta Trad (PMDB). Todas com grandes chances de conquistar vitória nas urnas.

“As mulheres começaram a alçar novas pretensões e, também, passaram a entender que possuem importante papel na política”, avaliou Tereza Name. Já na expectativa da campanha deste ano, a ex-vereadora disse ter a esperança de encontrar mais “adversárias” no Estado. Ela comentou, também, do preconceito ainda existente com a ala feminina no cenário político. A reportagem é de Tavane Ferraresi.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?