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CHILE

Bachelet assume Presidência pela 2ª vez

Bachelet assume Presidência pela 2ª vez
11/03/2014 17:22 - AGÊNCIA BRASIL


Aos 62 anos,a socialista Michelle Bachelet assumiu hoje (11), ao meio-dia, o segundo mandato como presidenta do Chile. A cerimônia foi no Senado, na cidade de Valparaíso, no litoral chileno. Isabel Allende, filha do falecido presidente Salvador Allende, assumiu a presidência do Senado.

Foi Isabel quem passou a faixa presidencial a Michelle. É a primeira vez que o Chile tem duas mulheres chefiando o Executivo e a Câmara Alta (que equivale ao Senado). Bachelet recebeu de seu antecessor, Sebastián Piñera, a estrela de cinco pontas que simboliza o poder presidencial no Chile.

Salvador Allende, pai da socialista Isabel, foi, além de presidente da República, presidente do Senado, de 1966 a 1969. Ele foi deposto e morto em setembro de 1973, em golpe de Estado chefiado pelo general Augusto Pinochet, que assumiu o poder e permaneceu na chefia do governo até 1990, quando foi substituído por Patricio Aylwin. O pai de Michelle Bachelet, Alberto Bachelet, era oficial da Força Aérea e morreu meses depois do golpe de Estado, após ter sido interrogado e torturado pelos próprios companheiros de armas.

Assistiram à cerimônia de posse no Senado chefes de Estado e de Governo de diversos países, entre os quais as presidentas do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, e o presidente do Equador, Rafael Correa.

Sem discursar, e já como autoridade máxima do país, Bachelet dirigiu-se, em seguida ao Palácio de Cerro Castillo, para receber os chefes de Estado e de Governo que vieram à cerimônia. O primeiro discurso da presidenta está previsto para as 17h45, em Santiago, na Praça da Constituição, em frente ao Palácio de La Moneda, sede do governo chileno.

*Com informações da Télam e da Televisión Nacional de Chile

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?