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Avião da Embraer cai na China e 43 pessoas morrem

Avião da Embraer cai na China e 43 pessoas morrem
25/08/2010 05:27 -


AGÊNCIA ESTADO, PEQUIM

Um avião de passageiros fabricado pela empresa brasileira Embraer com 96 pessoas a bordo sofreu um acidente ao tentar aterrissar ontem no aeroporto da cidade chinesa de Yichun, perto da fronteira com a Rússia. Das 96 pessoas a bordo, ao menos 43 morreram e 53 foram resgatadas com vida.
Segundo a agência estatal de notícias Nova China, o avião E-190 operado pela Henan Airlines levava 91 passageiros, inclusive cinco crianças, além de cinco tripulantes. Autoridades de Yichun confirmaram que a maioria dos sobreviventes teve ferimentos leves, como fraturas ósseas e queimaduras. Apenas três sobreviventes foram hospitalizados em estado grave.
A aeronave, que havia decolado de Harbin, capital da província Heilongjiang, saiu da pista no momento da aterrissagem e partiu-se em dois pedaços, pegando fogo na sequência. Alguns passageiros foram lançados para fora da cabine no momento do acidente.
Os bombeiros e integrantes de equipes de resgate precisaram de mais de uma hora e meia para apagar o incêndio. A fuselagem do equipamento ficou espalhada por cerca de um quilômetro. Não há informações sobre as causas do acidente. A Nova China informou que havia muita neblina no momento do pouso
A assessoria de imprensa da Embraer confirmou ser a fabricante do aparelho, mas não se pronunciou sobre o desastre.
O incidente representa um choque para o crescente setor aéreo chinês, que passou vários anos sem sofrer acidentes graças a uma frota renovada e a novos e mais rigorosos parâmetros de segurança.
O último grande acidente da aviação civil na China ocorreu em 2004, quando uma aeronave da China Eastern caiu sobre um lago congelado ao decolar, provocando a morte de mais de 50 pessoas.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".