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Avenida da morte será vigiada por radares e olho-vivo

3 AGO 10 - 08h:26
bruno grubertt

Em quinze dias, a Agência Municipal de Trânsito (Agetran) de Campo Grande deve instalar novos radares na Avenida Gury Marques, próximo aos acessos para a região das Moreninhas. Além deles, um fotossensor, conhecido na Capital como Olho Vivo — equipamento que fotografa veículos cruzando o sinal vermelho e também afere a velocidade —, será instalado nos dois sentidos da avenida, próximo ao Terminal Guaicurus. Adicionados aos já existentes e em fase de teste, ao todo serão quatro pontos de fiscalização eletrônica ao longo da via. A instalação dos equipamentos visa a reduzir o número de acidentes que têm feito com que a Avenida Gury Marques se torne a nova avenida da morte em Campo Grande.

De janeiro a junho deste ano, houve um aumento de 141% no número de acidentes registrados na Avenida Gury Marques, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo levantamento feito pela reportagem do Correio do Estado com base em dados do Departamento de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran/MS). Foram 41 acidentes ano passado e 99 este ano. Pelo menos cinco pessoas morreram em acidentes ocorridos na via em 2010.
Ontem, o diretor presidente da Agetran, Rudel Espíndola Trindade Júnior, visitou a avenida para verificar os locais onde serão instalados os equipamentos. Hoje, ele reúne-se com uma equipe da empresa responsável pela instalação e o prazo para que os equipamentos que serão colocados próximo às Moreninhas estejam funcionando é de 15 dias. Já os fotossensores que serão instalados próximo ao Terminal Guaicurus devem demorar um pouco mais para começar a funcionar. Além desses dois pontos, já há radares instalados em frente ao campus da Universidade Anhanguera e outro em frente ao Terminal Rodoviário da Capital.

Mesmo com o investimento, Rudel acredita que a principal mudança deve ocorrer na consciência dos condutores. “O problema da Gury Marques está em dois aspectos: o excesso de velocidade e o aumento da frota de motocicletas”, afirmou. Segundo ele, por ser uma via extensa, a avenida acaba se tornando um local por onde motociclistas e motoristas abusam da velocidade. “A culpa não é da avenida, as pessoas é que têm que se conscientizar”, afirmou.
Ele relatou que esteve por cerca de meia hora em um ponto da avenida e flagrou muitos motoristas avançando o sinal vermelho e em alta velocidade. Essas cenas o teriam estimulado a pensar na instalação dos equipamentos. O terminal Guaicurus, onde um dos pontos será instalado, fica quase em frente à sede da Agetran.
Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

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