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sexta, 22 de fevereiro de 2019 - 21h47min

Avanço econômico deve ocorrer nos dois lados

13 AGO 10 - 08h:12
O Governo do Estado aposta na região como polo de florestas plantadas e ímã para agroindústrias. Na avaliação do professor da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Tito Carlos Machado de Oliveira, que estuda a fronteira entre MS e Paraguai há décadas, é necessário que os dois lados se desenvolvam. “Não existe desenvolvimento desassociado”, defende.
Ele considera positivo que brasileiros avancem em terras paraguaias para produzir, mesmo que isso incomode o governo vizinho. “A soja e o gado impedem a produção de canabis (maconha) naquelas terras”, argumenta. Terras que o presidente Lugo teria requerido a posse durante campanha eleitorial.
“Aquela região sempre teve má fama. Antes era pelo tráfico de madeira, agora pelo de drogas. Isso impediu o capital de chegar até lá”, analisa. A rodovia dará melhores condições ao policiamento na fronteira, o que a tornará mais atraente aos olhos dos investidores e menos instável. (CHB)
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