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JOGADOR DO SHAKHTAR

Atacante brasileiro morre em acidente de carro

Atacante brasileiro morre em acidente de carro
08/02/2014 09:15 - TERRA


O atacante brasileiro Maicon morreu na manhã deste sábado em acidente de carro na Ucrânia. O fato foi confirmado pelo Shakhtar Donestk, clube com que o jogador tinha contrato. Não foram revelados detalhes sobre o acidente ocorrido em Donetsk. O atleta, que fez carreira no Leste Europeu, tinha 25 anos. Maicon nasceu no Rio de Janeiro em 8 de maio de 1988 e teve passagens pela base de Flamengo e Fluminense. Após rápida passagem pelo Atlético Mogi, foi para a Ucrânia para jogar pelo Volyn Lutsk. O atacante foi para o Shakhtar em 2012 e jogou ainda por Steaua Bucareste, Zorya Luhansk e Illichivets Mariupol.​

"Maicon era um jogador talentoso, uma pessoa aberta e amigável que amava a vida e sabia como trazer para ela positivismo e alegria. Esta morte trágica, prematura e sem sentido arrancou de nosso convívio uma pessoa maravilhosa", informou o Shakhtar em seu site oficial.  "Esta é uma perda terrível e pesada para cada um de nós. O FC Shakhtar Donetsk manifesta as suas mais sinceras e sentidas condolências à família e amigos de Maicon. Que seja para sempre lembrado com carinho", escreveu o clube.
 
Ex-companheiro dos tempos de Shakhtar, o meia Willian, atualmente no Chelsea, escreveu mensagem lamentando a morte do amigo. "Descanse em paz!!! que Deus conforte toda a família, triste demais", publicou o jogador no Instagram. "Hoje perdi um amigo, um companheiro de clube num acidente de carro... É difícil aceitar que somos tão frágeis diante da vida... Muito triste! Agora só nos resta rezar pra que Deus conforte o coração dos familiares!", escreveu o atacante Dentinho, colega de Maicon no Shakhtar.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?