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CIDADES

Aquidauana contabiliza prejuízos

Aquidauana contabiliza prejuízos
19/01/2010 07:58 - KARINE CORTEZ


O prefeito de Aquidauana, Fauzi Suleiman (PMDB), entregou ontem para o governador André Puccinelli (PMDB) o relatório dos estragos provocados pela chuva, que apontam prejuízo total de R$ 5.863.315,5, valor que inclui todos os estragos em construções públicas e privadas, além do prejuízo estimado dos agropecuaristas que não conseguiram escoar a produção. Mas, no decreto de situação de emergência, a ser publicado ainda esta semana, o valor solicitado será de R$ 1,9 milhão. A diferença ocorre porque a verba que vem sendo pleiteada só pode ser empenhada no reparo de estruturas públicas, como estradas e reconstrução de oito pontes danificadas. Na última quinta-feira, o Rio Aquidauana atingiu o nível de 9 metros e a água invadiu casas e ruas da cidade. A ponte localizada na região de Furnas dos Baianos, que dá acesso ao Distrito de Piraputanga, teve de ser interditada após desmoronamento de terra. A queda do acesso prejudicou o escoamento da produção de fazendas daquelas localidades. Técnicos do Governo do Estado vão avaliar o relatório entregue e decidir se a situação de emergência será reconhecida. A partir daí, serão pedidos recursos ao Ministério da Integração Nacional, conforme explicou o coordenador estadual da Defesa Civil e comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Ociel Ortiz Elias. Construção de casas O prefeito Fauzi Suleiman avaliou como positiva a visita de André Puccinelli e disse que a intenção é sensibilizar o Governo para a realização de projetos efetivos de contenção de enchentes. A ideia é construir novas casas para abrigar as famílias ribeirinhas, sempre prejudicadas com as cheias.

Felpuda


As pré-candidaturas bizarras estão se espalhando nas redes sociais, nos perfis de quem acredita que esse tipo de “campanha eleitoral” poderá resultar em votos e até levar à conquista de uma vaga na Câmara Municipal de Campo Grande. Se antes isso era visto apenas no horário eleitoral na TV, agora está se espalhado como erva daninha nas redes. Como diria vovó: “Esse povo ainda se acha!” Afe!