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CIDADES

Apreensão de cigarros chega a R$ 15 milhões

Apreensão de cigarros chega a R$ 15 milhões
11/08/2010 07:21 -


A Receita Federal apreendeu nos últimos sete meses R$ 15 milhões em cigarros contrabandeados contra o montante de R$ 11,3 milhões no mesmo período do ano passado, o que representa aumento de 36%. Essa constatação, segundo o delegado da Receita Federal em Campo Grande, Edson Ishikawa, é atribuida a atuação da Polícia Federal (PF) e do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) na fiscalização das fronteiras que dão acesso a Mato Grosso do Sul.
O cigarro, porém, é o grande responsável pelo aumento no total de produtos apreendidos, de janeiro a julho, que passou de R$ 23,2 milhões, em 2009, para R$ 44,5 milhões, nesse ano. Os demais são CD’s e DVD’s piratas, produtos eletrônicos e notebook. O delegado explicou que a Receita Federal chegou ao valor do montante levando em conta o cálculo de R$ 1 para cada maço de cigarro. “Este é o valor aduaneiro e é assim que calculamos o total”, enfatizou.

Carreta
Na manhã de ontem, a Polícia Federal entregou à Receita Federal 350 mil maços de cigarro apreendidos durante fiscalização de rotina na BR-060, entre Camapuã e Chapadão do Sul. O produto estava acondicionado em uma carreta e dois carros de passeio. Mas, não entram na estatística porque a apreensão foi feita esse mês.
Os cigarros serão triturados e depois de inutilizados deverão ser entregues a uma empresa de compostagem para serem transformados em fertilizantes, conforme informou o delegado Edson Ishikawa. O local onde será feita a inutilização, bem como a data e o nome da empresa não foram repassados pelo delegado, segundo ele, por questões de segurança. (KC)

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!