Apple não vai mais consertar iPhones molhados

Apple não vai mais consertar iPhones molhados
08/07/2012 22:00 - techtudo


A Apple conseguiu registrar a patente do dispositivo que detecta defeitos nos aparelhos causados pelo contato com a água. Não que ela precisasse disso para utilizar a tecnologia em seus aparelhos - o que já acontece desde o primeiro iPhone - mas a vitória judicial agora permite que a empresa se recuse a oferecer manutenção a dispositivos comprovadamente estragados por líquidos, o que não é coberto pela garantia da companhia.

O indicador de danos no iPhone está localizado na parte lateral onde se coloca o chip do aparelho, mas é imperceptível aos usuários. Ele foi criado de maneira estratégica dentro do smartphone para que, caso o dispositivo seja enviado para uma revisão, os engenheiros possam saber se houve realmente algum defeito, ou se o que aconteceu foi o contato direto com líquidos.

“A exposição à água está entre as maiores causas de mau funcionamento de aparelhos. Portanto, acreditamos que a verificação de imersões ou exposição alta à agua é muito importante para os fabricantes, que têm que poder saber se os aparelhos que não estão funcionandos e querem ser trocados pelos usuários foram imersos ou não”, diz o texto da aplicação da Apple para a patente.

Com este propriedade garantida, a Apple estaria voltando suas atenções agora para tentar registrar um headset sem fio para o iPhone, que se comunicaria com o smartphone por Bluetooth. O ponto inovador da tecnologia seria o novo modo de carregar este fone de ouvido, por meio de uma conexão com fio no próprio celular.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".