Quinta, 14 de Dezembro de 2017

MEGA DA VIRADA

Apostadores contam o que fariam com prêmio de R$ 200 mi

31 DEZ 2013Por DA REDAÇÃO00h:01

O que você faria com R$ 200 milhões? Com esse valor, se poderia comprar cerca de sete mil carros populares ou mesmo duas mil casas ao custo de R$ 100 mil cada uma. O montante que enche os olhos é o que será sorteado hoje pela Caixa Econômica Federal (CEF) pela loteria da Mega Sena da Virada. As lotéricas receberão apostas até às 13h (horário de Campo Grande), conforme matéria publicada hoje (31) no jornal Correio do Estado. Sonhando com a possibilidade de receber os R$ 200 milhões, o vigilante Antônio Carlos de Oliveira, 52 anos, joga na loteria há cerca de cinco anos e apesar de nunca ter sido contemplado com algum prêmio, não desiste de tentar. “Nunca ganhei, mas eu tenho esperança ganhar. Uma hora tem que funcionar esse negócio”, comenta aos risos. Para ele, o dinheiro seria usado para ajudar a família. “Tenho 11 filhos, cinco netos e vem mais dois (netos) aí. Seria um jeito de ter uma vida melhor e dar uma vida melhor para a família”, sustentou.

Há quase 40 anos fazendo sua “fézinha”, o aposentado Genésio Alonso, 63, afirma que também nunca ganhou, mas acredita que “todo mundo tem um dia de sorte, uma hora chega o meu”. Morador do bairro Guanandi, ele afirma que usaria o dinheiro para comprar terras e imóveis, além de ajudar a família. “Eu ajudaria os filhos e os netos para que eles não precisassem trabalhar tanto quanto eu na vida”, disse. Para o construtor João de Souza Campos, 48 anos, ganhar o prêmio seria a única maneira de ficar rico.

“Trabalhando não dá nem para pagar as pingas que a gente toma”, brincou o apostador, lembrando que é preciso ter muita cautela com tanto dinheiro no bolso. “É preciso usar esse dinheiro de forma positiva, não precisa ficar se exibindo. Isso só atrai falsas amizades”, frisou. Cansado da vida agitada, João revela que compraria uma chácara na beira do rio, caso viesse a ganhar o prêmio. “Vou comprar um barco e pescar muito”. Muito confiante, o estoquista Francisco Henrique Teixeira, 29 anos, não se importou com a enorme fila para fazer a aposta. O sonho dele é comprar uma casa. Quanto ao restante do prêmio, seria aplicado na poupança. “É o rendimento mais seguro”, afirmou. A reportagem é de Lucia Morel e Rafael Bueno. 

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