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INTERNACIONAL

Após queima de Corão, pastor culpa muçulmanos por violência

Após queima de Corão, pastor culpa muçulmanos por violência
02/04/2011 18:23 - DA EFE, EM WASHINGTON


Terry Jones, o pastor de uma igreja na Flórida onde se queimou o Corão, declarou neste sábado que não se sente responsável pelos violentos protestos dos muçulmanos no Afeganistão.

Protesto contra queima de Corão mata 9 no Afeganistão

"Não nos sentimos responsáveis", disse Jones à emissora First Coast News da Flórida, acrescentando que "os muçulmanos e os extremistas do Islã usaram isso como uma desculpa".

"Se não nos tivessem como desculpa, usariam outra", declarou.

No total, nove manifestantes morreram neste sábado na conflituosa cidade de Kandahar, no sul do Afeganistão, durante a segunda jornada de protestos no país pela queima de um exemplar do Corão em 20 de março na igreja Dove World Outreach Center, em Gainesville, pelas mãos do pastor Wayne Sapp.

No primeiro dia de protestos, sete funcionários das Nações Unidas e quatro civis morreram durante o ataque contra a sede do organismo em Mazar-e-Sharif.

Na sexta-feira, em comunicado, Jones qualificou o ataque contra os escritórios das Nações Unidas no Afeganistão como um ato "trágico e criminoso".

"O governo dos EUA e a própria ONU devem tomar uma atitude imediatamente", acrescentou o pastor, que também lidera o grupo Stand Up América Now, crítico à religião muçulmana.

"Devemos exigir contas a estes países e pessoas pelo que fizeram e por qualquer desculpa que possam usar para promover suas atividades terroristas", disse Jones, quem ressaltou que o islamismo "não é uma religião de paz".
 

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!