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Após morte de soldado, Ucrânia autoriza uso de armas na Crimeia

Após morte de soldado, Ucrânia autoriza uso de armas na Crimeia
18/03/2014 17:15 - AGÊNCIA BRASIL


O Ministério da Defesa da Ucrânia informou que seus soldados na Crimeia estão “autorizados a usar armas”. A decisão foi tomada após a morte de um soldado vítima de um ataque de homens armados a uma base na Crimeia. "Conforme decisão do comandante das Forças Armadas da Ucrânia e do ministro interino da Defesa, com base na ordem do chefe do Estado-Maior, está autorizado o uso das armas pelas Forças Armadas da Ucrânia sediados na Crimeia", diz comunicado.

Até o momento, os militares ucranianos eram orientados a não “responder às provocações” das forças a favor da Rússia, que estão na Crimeia há mais de duas semanas, segundo informações da Agência Lusa. Mais cedo, o Ministério da Defesa da Ucrânia informou que um oficial foi morto e outro ficou ferido durante um ataque de homens armados a uma base ucraniana em Simferopol, capital da Crimeia. Segundo o porta-voz do Ministério da Defesa ucraniano na Crimeia, Vladislav Selezniov, todos os militares da base foram detidos e tiveram os documentos, o dinheiro e as armas confiscados.

O primeiro-ministro interino da Ucrânia, Arseni Iatseniuk, disse que o conflito na península saiu da fase política e entrou em uma fase militar depois dos disparos de forças russas contra soldados ucranianos. “Hoje, as tropas russas começaram a disparar contra os nossos soldados. É um crime de guerra”, disse. Iatseniuk pediu a convocação de uma reunião dos ministros da Defesa da Ucrânia, Rússia, dos Estados Unidos e do Reino Unido para garantir a integridade territorial da Ucrânia e evitar uma escalada na violência.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!