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Apenas três dos 12 estádios da Copa de 2014 estão em obras

Apenas três dos 12 estádios da Copa de 2014 estão em obras
14/07/2010 08:04 -


São Paulo

A Copa de 2014 foi lançada oficialmente na semana passada, em evento que reuniu autoridades e ex-craques na África do Sul. Um levantamento de um portal da internet especializado na preparação para o próximo Mundial, porém, apontou que a maioria dos estádios, os principais palcos do evento, continua no papel.
Obras, de fato, apenas em três das 12 cidades-sede. Cuiabá e Manaus começaram a demolição dos antigos estádios. As intervenções no Mineirão, em Belo Horizonte, tiveram início em janeiro último.
Conforme análise do Sindicato da Arquitetura e Engenharia (Sinaenco), os atrasos podem prejudicar a fase de testes dos empreendimentos antes do evento. A entidade indica que, caso a demora nas obras persista, a Copa das Confederações, em 2013, ficaria comprometida.
A situação de São Paulo foi a que mais se deteriorou desde 31 de maio – terceiro prazo da Fifa para o início das obras (leia mais). A capital paulista teve o Morumbi vetado pelo Comitê Organizador Local (COL) e ainda não definiu outro estádio.
Curitiba enfrenta impasse semelhante. A capital paranaense também pretende usar um estádio privado, mas autoridades locais e dirigentes do Atlético-PR não se entendem quanto ao modelo de financiamento das obras. Em Porto Alegre, o Internacional adia as principais intervenções no Beira-Rio.
Das sedes com estádios públicos, Natal e Fortaleza são as retardatárias. Em férias, os deputados do Rio Grande do Norte não votaram Projeto de Lei que permite o lançamento do edital. Por sua vez, o governo cearense enfrenta denúncias de fraude e corrupção no processo licitatório do estádio Castelão.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".