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Ao lado de Aécio, Serra critica metrô e aeroporto mineiros

20 ABR 10 - 22h:15

BELO HORIZONTE

 

O pré-candidato tucano à presidência da República, José Serra, criticou o aeroporto internacional de Confins (MG) e o metrô da cidade de Belo Horizonte ao lado do ex-governador Aécio Neves e de seu sucessor, Antonio Anastasia, ambos do PSDB. A "gafe" aconteceu em evento na Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais).

O ex-governador paulista disse: "Desde a última vez que estive aqui, quando Eduardo Azeredo ainda era o governador, o metrô continua do mesmo jeito". Serra ainda arrematou com "qualquer cidade com 500 mil habitantes já deve pensar em ter seu metrô", segundo o portal Terra.

Depois, em entrevista coletiva e mais contido, o paulista fez questão de ressaltar que falava da falta de investimentos do governo federal nas áreas criticadas durante o debate. "A capital tem que ter seu metrô e aeroporto com o apoio do governo federal", afirmou.

Questionado se a popularidade de Aécio ajudaria na campanha, prontamente, Serra disse que "já está ajudando, é um grande parceiro em Minas e no Brasil". No entanto, voltou a desconversar quando o assunto foi seu vice. "Isto fica para maio ou junho, vou respeitar esse calendário".

Serra também disse ter muito respeito pelo ex-presidente Itamar Franco - que também chegou a ser cotado como vice – e destacou que, no governo dele, foi criado o Plano Real. Itamar não compareceu nem no lançamento da pré-candidatura, nem na Fiemg. Ontem, participou de um evento do PPS, também em Belo Horizonte.

Mais ofensivo do que quando lançou sua candidatura, o presidenciável não poupou ataques ao que chama de "estado obeso" e partidarização do governo. "Estado obeso não é um Estado saudável. Precisamos de um Estado robusto, ao invés de interventor, regulador".

Nenhum dos interlocutores poupou o governo federal. Do presidente da Fiemg, Robson Andrade, passando por Aécio Neves e Serra, e terminando nas cabeças assertivas quando o assunto era: falhas do governo federal. Nenhum dos presentes na mesa atacou nominalmente o PT, contudo, pautas – como redução da jornada de trabalho – defendidas por eles ou entidades sindicais próximas, foram severamente atacadas pelo representante da Federação.

Serra, por quatro vezes usou o seu bordão de campanha: "Brasil pode mais, pode muito mais". Ungido de sua candidatura, fez graça com futebol, metáfora muito usada pelo presidente Lula, tirou algumas tímidas risadas da plateia e aplausos, por razões óbvias, quando propunha "desenvolver o Brasil" e a indústria nacional.

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